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16 de abril de 2015

Alison Mosshart & Eric Arjes - Bad Blood (Lyrics)





Good lord take my hand
Dried of this promise land
Freed back the sun wont rise for me

Good lord hear my cries
Run out of ways to tell
Dead just floating  out to sea

Cause I got bad blood
Bad blood you don’t 
Want none what I have

Good lord find my soul
Waitin to behol’
Hold those gates if I don’t
Make it out tonight

Good lord give me peace
From life long of pain and greed
But not yet I’m not done
Paying for my crimes

Bad blood I got
Bad blood you don’t
Want none what I have

Don’t listen to any word I say
I’d say anything to make you feel ok
I’m not who I thought I was
Not today…

Cause I got bad blood
Bad blood you don’t
Want none what I have

Bad blood I got
Bad blood you don’t
Want none what I have









27 de março de 2014

Gary Moore - Still Got The Blues (Legendado)




"Still Got the Blues" é o maior hit do álbum de mesmo nome do  guitarrista, compositir e cantor, Gary Moore, lançado em 1990. A música foi lançado no formato único e chegou ao número 97 na Billboard Hot 100 em 16 de fevereiro de 1991. Foi o único single de Moore a alcançar a Billboard Hot 100.

Apesar de existir o vídeo oficial para essa canção, eu escolhi uma performance ao vivo, retirada de um show de Moore gravado em 1990 entitulado "An Evening Of The Blues". Preferi essa versão pois creio que expressa melhor o feeling da canção.

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25 de março de 2014

Joan Osborne - One Of Us (Legendado)




"One Of Us" é uma canção escrita por Eric Bazilian (do The Hooters ) e originalmente lançada pela cantora norte-americana Joan Osborne em seu álbum Relish. Lançado em Março de 1995, o álbum Relish é produzido por Rick Chertoff e tornou-se um Top 40 hit em novembro daquele ano. A canção é a música-tema para a série de televisão norte-americana Joan of Arcadia. A canção recebeu Grammy com nomeações em 1996 para Melhor Performance Vocal Pop Feminina, Gravação do Ano e Canção do Ano. Em janeiro de 1996, "One Of Us" atingiu o top 10, atingindo o número quatro no Billboard Hot 100.

O clip da canção começa com Joan Osborne cantando e várias vezes a cena corta para um parque de diversões, ruas movimentadas e gravações caseiras. Dirigido por Mark Seliger e Fred Woodward, o vídeo foi filmado principalmente em Coney Island, com várias atrações como montanhas-russas, rodas gigantes e do New York Aquarium, trocados com os tiros de aspecto vintage em sépia e Joan cantando na frente da câmera.




23 de março de 2014

Papa Roach - No Matter What (Legendado)





"No Matter What" é o terceiro single do álbum Time for Annihilation, lançado pela banda de rock alternativo Papa Roach em Junho de 2011.
O primeiro vídeo de "No Matter What" foi lançado em junho, no qual os membros da banda atuam como ladrões armados e começam um tiroteio com a polícia no deserto. Eles roubam o carro da polícia e vão embora, mas no final do vídeo o peito de cada um começa a sangrar.
Outro vídeo (em anexo) foi filmado para a versão acústica de "No Matter What", que apresenta a banda usando smokings e tocando em uma festa, quando duas crianças começam a dançar. Na medida em que o vídeo passa, as crianças se tornam jovens adultos e em seguida, em adultos com maior idade e, finalmente, transformando-se em idosos, simbolizando uma união eterna.

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17 de março de 2014

Pink - I Don't Believe You (Legendado)




O vídeo da música "I Don't Believe You", dirigido por Sophie Muller , foi produzido em setembro de 2009, em Los Angeles, Califórnia, e estreou em outubro de 2009. O clipe é em preto e branco onde Pink está usando o vestido de noiva que ela usou para o casamento real com Carey Hart em 2006. Um vestido de noiva incrustado de diamantes. No vídeo ela procura por seu amante, sem sucesso. As cenas incluem ela deitada no vestido e andando de patins dentro do que parece ser o interior de uma igreja (O Teatro Los Angeles), cantando para um jantar de casamento vazio, chorando sobre um álbum de casamento também vazio e cantando para si mesma em frente ao espelho.




11 de março de 2014

"Abertura 1812"


Eu me senti triste por ser uma
despedida, e cansado por ser um
recomeço. O mundo sempre se
mostra maior do que os meus
planos falidos. E não sobra nada
além de alguém vindo me dizer que
a vida sempre nos ensina alguma
coisa, enquanto eu me esforço ao
máximo pra aceitar essa ideia.
Mas… tudo bem, é uma lição, uma
fase, uma mistura de pretéritos que
tentam me tornar um humano
perfeito. Dizer adeus e recomeçar
sem nada nas mãos é de lei. Eu
tinha que parecer uma pessoa feliz,
mesmo sabendo que deixei ir
embora a pessoa que realmente
instigava minha felicidade. Não
queria que vissem minha fraqueza,
minha falta de vontade de começar
seja lá o que for, por alguém que
fechou a porta e nem ao menos
olhou para trás. Após dizer adeus,
deitei na cama enquanto pensava - Eles não podem saber que não
existem recomeços… Eles não
podem saber que não existem
recomeços enquanto a memória
continuar voltando pro mesmo
lugar de sempre.


20 de fevereiro de 2014



Definitivo, como tudo o que é simples. 
Nossa dor não advém das coisas vividas,
 
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
 

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
 
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
 
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
 
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
 
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
 
gostaríamos de ter compartilhado,
 
e não compartilhamos.
 
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
 

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
 
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
 
amigo, para nadar, para namorar.
 

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
 
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
 
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
 

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
 

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
 
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
 
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
 

Por que sofremos tanto por amor?
 
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
 
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
 
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
 

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
 
verso:
 

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
 
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
 
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
 
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
 
sofrimento,perdemos também a felicidade.
 

A dor é inevitável.
 
O sofrimento é opcional...


Carlos Drummond de Andrade